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Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

14 de junho de 2021 | 03h00

Desgoverno Bolsonaro

Presidente acuado

Em mais um passeio de motocicleta, no sábado, desta vez na cidade de São Paulo, o presidente procura mostrar uma aprovação popular que as pesquisas mostram que ele não tem. Como as imagens do passeio demonstraram, o grupo era composto de simpatizantes do presidente, inflado com membros do governo, entre eles ministros de Estado. Muito diferente de uma manifestação popular espontânea e ordeira, como a realizada no Recife, reprimida com violência descabida, determinada pelo comandante da Polícia Militar de Pernambuco, demitido depois pelo governador do Estado. A CPI do Senado sobre a pandemia já reuniu dados suficientes que comprovam que a política bolsonarista de combate à covid-19, até com gabinete paralelo à pasta da Saúde, foi responsável por um número de mortes muito acima dos mais sinistros prognósticos. Como deve ter sido convencido de que a melhor defesa é o ataque, vem fazendo esses passeios tentando imitar passeatas, cometendo mais ilícitos, gastando verbas públicas inutilmente. O governo paulista informou que com o passeio deste sábado foi gasto R$ 1,2 milhão no reforço de policiamento. O Congresso Nacional já demorou muito para tirá-lo do governo. E seus membros, principalmente os ligados ao Centrão, também deverão responder pelas mortes de milhares de brasileiros. Um verdadeiro crime de lesa-humanidade.

GILBERTO PACINI BENETAZZOS@BOL.COM.BR

SÃO PAULO

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À custa de São Paulo

A equipe de amigos liderada por Jair Bolsonaro lançou a tal “motociata” versão São Paulo, ao custo de mais de R$ 1 milhão para os cofres do governo paulista com segurança, interrompendo o tráfego por horas e não se importando com a pandemia e os cuidados obrigatórios. Resumindo: mais uma aventura para alguns milhares e um pesadelo para milhões.

CARLOS GASPAR CARLOS-GASPAR@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Birra pueril

Bolsonaro age como criança fazendo birra, fez o passeio de moto em São Paulo só para provocar o governador João Doria. Esquece ele que a população de São Paulo é muito esclarecida, percebe essas atitudes infantis e repudia tal procedimento. Sem máscara, vai dando péssimo exemplo, além de infringir uma lei por ele mesmo sancionada. É criancice ou não é?

ADALBERTO AMARAL ALLEGRINI ADALBERTO.ALLEGRINI@GMAIL.COM

BRAGANÇA PAULISTA

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Decibéis

Por maior que seja o número de irresponsáveis partícipes, o ronco de suas motos não consegue encobrir os soluços das famílias enlutadas pela covid.

A. FERNANDES STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Brutal indiferença

Editorial de sábado (A3) constata a indiferença de Bolsonaro pelo futuro dos brasileiros. Poderia ir mais adiante, na minha opinião, e patentear que a formação educacional do presidente deixa muitíssimo a desejar e essa também é uma das causas de seu funesto desgoverno. Chega a comprometer o conceito que se tem da formação adequada dos oficiais das Forças Armadas, se igualmente insatisfatória. Por outro lado, não deixa de assombrar o comportamento subalterno do ministro da Fazenda, que, embora nunca se tenha mostrado propenso a genialidades, teria pelo menos a obrigação de não compactuar com tamanho desdém pelo futuro do Brasil, mesmo à custa do cargo, a exemplo do que fizeram numerosos auxiliares seus.

ADEMIR VALEZI VALEZI@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Voto impresso

Andando para trás

O povo confiou que teria na Câmara dos Deputados representantes aceitáveis. Mas se mostram irresponsáveis e ignorantes ao apoiarem a volta do voto impresso. Irresponsáveis, pelos custos dessa aventura inútil, ao desprezarem o moderno sistema atual. E ignorantes por seguirem, sem fundamento, diretivas de áreas não técnicas, não especializadas. Representantes inúteis e decepcionantes.

PEDRO SASSIOTO PSSASSIOTO@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Aberração

A simples hipótese de volta do voto impresso é, por si só, uma aberração. O sistema de urna eletrônica adotado no Brasil é modelo e exemplo mundial. Tecnologia rápida, segura e eficiente. Bolsonaro e sua gangue levaram o País ao abismo. Na base do quanto pior, melhor. Só destruição, genocídio, pobreza, burrice e ruína. Eles vivem disso. Seu sonho é voltarmos à Idade da Pedra. De retrocesso em retrocesso, já estamos bem pior que a Venezuela, Cuba e os países pobres da África e Ásia. Só alienados e/ou oportunistas de má-fé podem defender esse absurdo. O próximo passo de Bolsonaro deve ser tentar a volta das charretes, do cinto de castidade... Ou reagimos logo ou será tarde demais.

RENATO KHAIR RENATOKHAIR@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Inflação e poupança

Herança maldita

No mês passado a inflação – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – foi de 0,83% e a caderneta de poupança “rendeu” apenas 0,20%. Os mais pobres, que ainda guardam um dinheirinho na poupança, perderam feio: 0,63%. Isso é obra do PT (governo Dilma), que se propõe a ser o Partido dos Trabalhadores... Dá para entender? Quem põe dinheiro na caderneta não está pensando em ganhar nada, mas não pode perder dinheiro!

EUCLIDES ROSSIGNOLI CLIDESROSSI@GMAIL.COM

OURINHOS

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Racionamento de energia

Carro elétrico

Pretendendo adquirir um veículo movido a energia elétrica, fico em dúvida se um racionamento dessa energia, efetivado via medida provisória, além das empresas e do consumidor residencial, atingiria e alteraria os meus planos.

EDUARDO MENEZES SERRA NETTO SERRANETTOADV@UOL.COM.BR

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum de Leitores do portal estadao.com.br

DESCARAMENTO TOTAL

O título do editorial de sábado do Estadão Indiferença com o futuro do País traduz uma realidade nua e crua da atual gestão federal e do descaramento total do presidente Jair Bolsonaro!  Muito diferente da expectativa criada nos eleitores pelo candidato Bolsonaro de que, se vencesse o pleito de 2018, transformaria o Brasil em uma nação desenvolvida e com justiça social. O povo brasileiro esperava que Bolsonaro cumprisse suas promessas e tivesse um amplo diálogo republicano com o Congresso para aprovar reformas, como a tributária, administrativa, etc. Também se esperava que agisse de forma implacável no combate à corrupção, diminuição da pobreza, pela melhora da atividade econômica, da educação, do meio ambiente, que fosse parceiro da ciência, etc. Porém, e, infelizmente, ao que estamos assistindo é essa “indiferença com o futuro do País”, como bem relata o jornal. Hoje, Bolsonaro, nem sequer respeita as mais de 480 mil mortes pela covid-19. Transformou o Brasil num pária do meio ambiente e motivo de chacota pelo mundo. Ao contrário do que prometeu, faz o diabo para livrar familiares de supostos atos de corrupção, humilha o Exército, tenta comprar benesses da Procuradoria-Geral da República, influenciar a Polícia Federal e ainda, com as milícias que o idolatram, flerta com regime de exceção, etc. etc. Ele se transformou no presidente mais incendiário e desumano da história do Brasil. Como única e urgente solução, Bolsonaro, precisa ser interditado do poder desta República.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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SEMIPRESIDENCIALISMO

Merece reflexão a sugestão de alteração constitucional proposta pelo ex-presidente Michel Temer (O semipresidencialismo, Estadão 12/6/21, A2).

Diante da ojeriza para instituir um sistema parlamentarista puro de governo, que seria o ideal, essa alternativa sugerida pelo ex-presidente Temer resolveria no que toca à entrega do comando da Nação em mãos de extremistas despreparados, como sói acontecer hodiernamente, já que, em havendo necessidade, caem a priori apenas  o primeiro-ministro e o gabinete.

No entanto, peca por garantir a manutenção de um Parlamento fortemente dividido entre situacionistas e oposicionistas, como ocorre em Israel, onde raramente se obtém acordo para entregar o comando efetivo da nação a um ou outro, exceto quando surge uma ameaça externa, e também por não sugerir alterações para extinguir a rançosa vitaliciedade presente no Judiciário. Talvez assim fossem evitados dissabores desagradáveis, como a frequência em que ocorre a intromissão em atribuições dos outros Poderes.

A tentativa de mudança do atual sistema para o semipresidencialismo poderia encontrar ressonância em nosso Congresso, refratário a inovações em geral, receoso da retirada de suas prerrogativas e privilégios, extensivos ao seu compadrio.

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com.br

São Paulo

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LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Não temos paz, e pelo jeito continuamos votando errado, elegendo quem não tem princípios para exercer os cargos públicos no Congresso Nacional e demais congêneres pelo Brasil afora. Agora o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL), atropela a comissão especial que analisa desde de 2019 a proposta da Lei de Improbidade Administrativa, pautando para a semana que vem a votação desta lei com o polêmico projeto para afrouxá-la. Pelo jeito, os líderes de partidos (todos?) e o relator Carlos Zarattini(PT-SP) estão tentando passar a  “boiada”  na Lei de Improbidade Administrativa? Querem excluir do artigo 11 da lei o dispositivo que prevê punições para o nepotismo, a carteirada e até furar a fila na vacinação. Espero que todos os deputados não aceitem isto sem discussões e consultas ao eleitor que lhes paga seus salários. Quais são as intenções do sr. Arthur Lira?

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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LIBEROU GERAL

Os Poderes da República são harmônicos e independentes, segundo a Constituição, mas o que se vê com frequência é uma intromissão do Judiciário no Legislativo e Executivo. O Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o presidente da República de indicar alguém de sua confiança para a Polícia Federal e constantemente exige explicações de alguma atitude do Executivo. O   STF  determinou a prisão de um deputado federal, o afastamento de um senador,  libertou um traficante, mais um criminoso que comandou a dilapidação do erário público com o mensalão e petrolão e concede habeas corpus  a granel para políticos envolvidos em mal feitos. Até no futebol, o STF tem protagonismo. Como diz J.R.Guzzo, a Suprema Corte liberou geral e vai chegar a ponto de conceder benesse por telefone.

José Alcides Muller josealcidesmuller@hotmail.com

Avaré

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VERGONHA

O tal Queiroga a que se referiu o presidente durante discurso em que pretende que vacinados e quem já foi contaminado não usem mais máscara, perguntando se as pessoas sabiam quem era, simplesmente é o ministro da Saúde do Brasil, que de imediato deveria reagir a esse insulto, a esse desrespeito a essa humilhação demitindo-se. Mas não, mais uma vez dizendo não ser censor do presidente, afirmou que vai solicitar aos técnicos do Ministério estudo a respeito do assunto. Ministro, agora o senhor rasgou seu diploma de médico e jogou-o na lata do lixo, ofendendo a nossa inteligência e desrespeitando todas as recomendações médicas e protocolos estabelecidos a respeito do assunto, ignorando a situação dramática que vivemos no País. Lamentável o seu comportamento.

Mario Miguel mmlimpeza@terra.com.br

Jundiaí

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JAIR E O JEGUE

“Quem fala ‘fora Bolsonaro’ devia estar viajando de jegue, não de avião. É ou não é? Para ser solidário ao candidato deles.”

A pérola da excrescência, vomitada por Bolsonaro em uma visita inesperada a um avião comercial em Vitória na última sexta-feira, não chega a surpreender. Surpreende, sim, o pouco destaque dado por este jornal, que noticiou o fato apenas no corpo da matéria, sem nenhum destaque. Para além das perturbadas e delirantes colocações do presidente, já tão incorporadas à sua persona, a frase acima é de um preconceito tão abjeto ao povo nordestino que deveria ter destaque em chamada de capa. Que, ao menos nas urnas, os eleitores do Nordeste deem a resposta que a afronta presidencial merece.

 José Roberto Monteiro jm6042645@gmail.com

São Paulo

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CADA VEZ MAIS PARECIDOS

Bolsonaro e Lula estão cada vez mais parecidos. O discurso sem máscara na motociata em São Paulo no sábado, para propagandear sua reeleição, assemelhou-se às muitas infrações de seu oponente nas eleições passadas. Lula infringia as leis de propaganda eleitoral, mesmo levando multas, para ganhar apoio político em suas campanhas eleitorais. Bolsonaro também infringe as recomendações de saúde pública para seu discurso eleitoreiro, e a multa sai barata, diante de seu gigantesco projeto de poder, com benefícios para si e sua família, principalmente. Enquanto isso, o projeto de reconstrução do País vai se perdendo cada vez mais, muito triste... Tomara tenhamos uma “terceira via” como opção de escolha em 2022!

Silvia R. P. Almeida silvia_almeida7@hotmail.com

São Paulo

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BRINCADEIRAS DO PRESIDENTE

As recentes “brincadeiras” do presidente Jair Bolsonaro custam caro aos cofres públicos. Ora, a motociata realizada em São Paulo no sábado passado custou R$ 1,2 milhão aos cofres estaduais. Para a segurança de Bolsonaro, a cidade ficou parada. Trabalhadores da saúde, empregados, ônibus, entre outros prejudicados, tiveram que aguardar por quase duas horas para chegar aos seus destinos, enquanto ele se deliciava com sua brincadeira de fim de semana. Irresponsabilidades à parte, quem consegue dar um basta nessa dantesca situação? Afinal, dar bom dia com o chapéu do povo, digo, com recursos do povo, não há cristão que aguente. Basta de Bolsonaro!  

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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QUEM PAGA A FESTA

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que foi gasto mais de R$ 1,2 milhão com o reforço no policiamento para a motociata com o presidente Jair Bolsonaro. Ou seja, para que tenhamos um animador de festas macabras que parecem comemorar e afrontar os sentimentos de pesar dos familiares e amigos de quase 500 mil mortos pela pandemia de coronavírus, ainda pagamos caro, ouvimos desaforos e temos de aguardar até o ano de 2022 para que este tal animador de festas, que dá tapas na cara dos brasileiros, seja devidamente despedido de suas funções tão inconvenientes para os brasileiros de bom senso e responsáveis.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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MOTOS E MORTOS

Na passeata de motos de que participou em São Paulo, em vez de cobrir o rosto com máscara para se proteger da covid-19, o negacionista e genocida presidente Bolsonaro desfilou com o rosto descoberto, mas com a placa da moto coberta, dando mais um péssimo exemplo ao País. Deboche e pouco-caso em meio a quase meio milhão de mortes. Vergonha!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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CONFUSÃO NA FARMÁCIA

O povão nas farmácias não consegue pronunciar cloroquina e pede o “remédio do Bolsonaro”. Aí o Brasil está ficando educado e calmo, foram pesquisar, descobriram que o povo está comprando em massa Rivotril e Gardenal.  

Roberto Moreira da Silva rrobertomsilva@gmail.com

São Paulo

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O BRASIL É O SEU PIOR INIMIGO

É inacreditável o tempo e o dinheiro que o Brasil perde com políticos como Jair Bolsonaro. O cidadão é completamente despreparado para ocupar o cargo que ocupa, não sabe nada sobre nenhum assunto, o estrago que está fazendo levará séculos para ser recuperado, como a destruição sumária e sistemática de todos os biomas do País. A corrupção tomou conta de tudo, roubalheira generalizada com as rachadinhas, orçamento paralelo e aprovação recorde de emendas parlamentares. Cultura e educação jogadas no lixo junto com o decoro e as relações internacionais. A péssima condução da Saúde por terraplanistas levou o País a ter a pior gestão da pandemia do mundo. A pandemia já poderia ter acabado e o número de mortes poderia ter sido menos da metade se o Brasil tivesse feito o básico, o óbvio: vacina, máscara e isolamento social. Até hoje Bolsonaro prega exatamente o contrário do óbvio, promove aglomerações sem máscaras, ataca as vacinas afirmando mentirosamente que são experimentais e continua promovendo os remédios pra matar piolho que o mundo inteiro já descartou. A única dúvida que o País tem é saber se Bolsonaro vai vencer no primeiro ou no segundo turno ou se será derrotado por um semianalfabeto que responde a dezenas de processos intermináveis na justiça falida e inoperante. Definitivamente, o Brasil é seu pior inimigo e vai piorar muito depois do iminente golpe de estado que vem sendo anunciado diariamente por Bolsonaro há anos. Vamos pagar pra ver.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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PROJETO DE PODER PESSOAL E POPULISTA.

EB significa Exército Brasileiro e não Exército de Bolsonaro. Eis que o “Exército Brasileiro, assim como as outras instituições que compõem a Nação, não pode continuar a ser covardemente prejudicado por causa de um projeto de poder pessoal e populista". Com estas palavras, o general de Exército da reserva e ex-ministro da Secretaria de Governo Carlos Alberto dos Santos Cruz conclui o seu exemplar artigo Por que envolver o Exército em crise política? (Estadão,13/6, A)7. Dificilmente uma apreciação consegue atingir plenamente o objetivo e definir os acontecimentos de forma tão imparcial e ilustrativa. Bolsonaro, na verdade, pensa muito pouco ou nada no País e quase tudo ou tudo em seu projeto pessoal de poder, especialmente no momento atual em que se encontra em verdadeira campanha eleitoral para a reeleição em 2022. Em resumo, o ilustre articulista merece o respeito e a consideração dos brasileiros patriotas.

José Carlos de Carvalho Carneiro carneiro.jcc@uol.com.br

Rio Claro

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BRAVATAS BOLSONARISTAS

Ameaças do presidente Bolsonaro de intervenção militar, de golpe de Estado, de ataque ao STF ou de medidas que ultrapassem as quatro linhas da Constituição Federal, não passam de bravatas. Na verdade, por trás dessas falsas ameaças esconde o seu temor pelos rumos que tomaram a CPI da Covid no Senado Federal, o inquérito das fake news e ataques ao STF e a investigação pela Polícia Federal sobre exportação ilegal de madeira, que, provavelmente, atingirão a ele e pessoas muito próximas.

Jorge de Jesus Longato financeiro@cestadecompras.com.br

Mogi-Mirim

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EDUARDO LEITE E LUANA ARAÚJO EM 2022

Eduardo Leite, o jovem governador do Rio Grande do Sul, e a médica Luana Araújo poderão formar uma excelente dupla, como candidatos de centro, à Presidência da República em 2022. Guardando certa semelhança com a dupla Joe Biden e Kamala Harris, ideologicamente, como democratas de centro e sem rejeição, têm a seu favor o fator idade e preparo profissional, além de bonitos e simpáticos. Representariam a opção perfeita para a maioria do eleitorado, que deseja evitar a polarização destrutiva, representada por uma eventual disputa Lula X Bolsonaro, que pode conduzir o País a um impasse e uma ruptura institucional, pela radicalização de candidaturas conduzidas por líderes populistas de posições extremadas. A nação brasileira quer e merece paz, competência, estabilidade e desenvolvimento, com emprego, saúde, educação e esperança de melhores dias para seus filhos. Chega de ódio, instabilidade econômica e injustiça social, por conta de governos incompetentes. 

Paulo Sergio Arisi paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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POLÍCIAS E RECONHECIMENTO

O título da Coluna do Estadão de sábado passado, Administrativa pode privilegiar policiais, não foi nem um pouco coerente. Nós, os policiais brasileiros, não estamos em busca de privilégios. O que queremos é que se nos faça justiça, reconhecendo o que representa o nosso trabalho  no indispensável equilíbrio social, sem o qual não há ordem nem progresso. Sem desmerecer qualquer outro segmento do serviço público, as Polícias têm toda a legitimidade para serem classificadas como carreiras de Estado.

Jarim Lopes Roseira ipa.saopaulo@ipa-brasil.org.br

São Paulo

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PRETENSÃO RIDÍCULA

Simplesmente algo que nenhum cidadão comum com um mínimo de informação consegue entender é esta fixação do Brasil de querer integrar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Aquela entidade hoje pouco ou nada faz no mundo. O Brasil não tem a mínima estatura militar ou econômica para integrar tal conselho. Somos um país miserável de Terceiro Mundo que só tem tamanho, mas está a anos-luz de países como China ou Estados Unidos. Tal pretensão soa ridícula e descabida para qualquer cidadão brasileiro que tenha conhecimento da terrível realidade brasileira. A coisa em si é absolutamente surreal!!

Paulo Roberto da Silva Alves pauloroberto.s.alves@hotmail.com

Rio de Janeiro

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FLORESTA VIVA

E não é que o bom exemplo se repete e frutifica! Existe uma floresta plantada por um benfeitor do meio ambiente, da natureza e do nosso bem-estar – e, de quebra, da humanidade – que é o músico Marcelo Grillo, morador nas margens do sistema Cantareira. Ele plantou tantas mudas de árvores nos últimos anos que o lugar virou uma floresta. O exemplo vem de quem? Dos que protegem o que resta da Mata Atlântica, e é possível que também venha do morador da zona leste da capital chamado Hélio da Silva, plantador de árvores nas cercanias da sua casa e que agora tem cidadãos/vizinhos que o apoiam e cultivam com ele mais plantas na região. Esta é a prova cabal que atitudes individuais de defesa da melhor qualidade do ar que respiramos podem e devem se tornar coletivas. Oxalá tenhamos mais oxigênio e menos carbono na nossa atmosfera com estas iniciativas, para o bem e a saúde de futuras gerações. Só não convidem o tal Ricardo Salles para visitar estas novas matas. Vem-me à memória a triste destruição da Praça Princesa Isabel, nos Campos Elíseos, perto do então Palácio do Governo, nos anos 1950, e que aconteceu por conta da instalação do monumento equestre de Duque de Caxias. Nada contra o Caxias, mas todas as belíssimas árvores da antiga praça foram ao chão, e não se plantou lá mais nada. Nada. Hoje ninguém dá a menor atenção ao monumento, mas na época a praça era um oásis frequentadíssimo, frondoso e verdejante. A Mãe Natureza agradece pelos esforços de quem a defende. 

Hermann Grinfeld hermann.grinfeld@yahoo.com.br

São Paulo

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REPENSANDO O PARADIGMA DO MERCADO AUTOMOTIVO

Automóveis são os maiores emissores de gases poluentes do planeta. E motores a combustão não são as alternativas mais eficientes energeticamente para prover transporte para a humanidade. Não há dúvida que carros elétricos rodam com mais eficiência energética do que carros a combustão. O problema do ponto de vista energético é que o gasto para produzi-los ainda é significativamente maior.  Gostaria de abordar esta última questão de um prisma que costuma ser deixado de lado, apesar de ser de suma importância. A vida útil de um veículo a combustão costuma ser em torno de 250 mil km ou cerca de 5 mil horas de funcionamento. A vida útil da alternativa elétrica poderia ser de 5 a 10 vezes maior sem problema algum do ponto de vista tecnológico. Bastaria uma pequena reforma de tanto em tanto com consumo mínimo de energia e o carro ficaria literalmente como novo.  E por que não se leva isso em conta no planejamento dos modelos a serem produzidos? Simplesmente porque não interessa à indústria automotiva produzir veículos que durem entre 20 e 50 anos. Porque isso reduziria significativamente a dimensão do seu mercado. Mas não dá para ignorar a questão. Mais cedo ou mais tarde, esse paradigma terá de ser revisto. Isso vale de modo geral, mas especialmente no transporte público. Vários elementos seriam diferentes quando se pensa em um ônibus com vida útil bem maior. Mais qualidade no transporte e menor custo. Desde que isso interesse, pense-se a médio e longo prazos e se leve na devida conta a questão do meio ambiente e da sustentabilidade. 

Jorge A. Nurkin Jorge.nurkin@gmail.com

São Paulo

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SERVIÇOS PÚBLICOS

Ao mesmo tempo que as cidades brasileiras enfrentam o desafio de novos prédios nos centros urbanos, os serviços públicos demonstram forte retrocesso com o anúncio esperado da crise hídrica. Em vários bairros da cidade de São Paulo há cortes semanais no fornecimento e a estatal nem sequer avisa ou informa a respeito. Convivemos com um desrespeito total, e ainda em plena pandemia elevam as tarifas dos péssimos serviços prestados à população.

Carlos Henrique Abrao abraoc@uol.com.br

São Paulo

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