Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

02 de setembro de 2021 | 03h00


Crise energética

Risco de apagão

O governo culpar a crise hídrica pela insegurança energética é como uma mãe culpar o bebê por ter comido seu batom. A falta d’água não justifica a falta de planejamento: o baixo nível dos reservatórios não é novidade e vem decaindo há meses. A culpa é, obviamente, dessa péssima gestão, que deveria ter recorrido às termoelétricas há muito tempo. Esse governo não parece ter noção do quão nocivo pode ser um apagão em 2021. Ficou preso no século 20 – esperamos que não em 1964.

VICTOR FERREIRA LOPES ALBRES VICTORALBRES@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Pipocando

Quem acompanha futebol sabe que o termo pipocar descreve atitude de um jogador que se acovarda num jogo difícil. Podemos usar essa palavra para descrever o nosso presidente. Ele é bom para falar palavrões, maltratar jornalistas que estão fazendo seu trabalho ou queimar gasolina em passeios estúpidos de motocicleta. Agora, para avisar à Nação que poderá faltar energia por causa da pior seca dos últimos tempos, ele pipoca e manda o ministro.

ALDO BERTOLUCCI ALDOBERTOLUCCI@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Minas e Energia

O ministro quer que economizemos banho, não bastasse

tudo a que estamos submetidos. Nesse desgoverno nada cheira bem...

A. FERNANDES STANDYBALL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Culpa dos outros

Vamos aguardar para ver quem o “presidente” vai culpar pela crise hídrica, pelo aumento da conta de luz energia e pelo consequente aumento da inflação. Claro que, mais uma vez, a culpa não é dele...

HELEO POHLMANN BRAGA HELEO.BRAGA@HOTMAIL.COM

RIBEIRÃO PRETO

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Pagando o pato

O que está sendo feito para que o governo não seja mais “surpreendido” pela falta de chuva, principalmente no inverno, com a população desorganizada pagando o pato?

FRANZ JOSEF HILDINGER FRZJSF@YAHOO.COM.BR

PRAIA GRANDE

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A conta chegou

Há 50 anos os reservatórios das hidrelétricas brasileiras tinham capacidade plurianual, ou seja, mesmo num ano de péssima hidraulicidade, como o atual, garantiam as condições de atender à carga do sistema. Campanha absolutamente equivocada contra a construção de novas hidrelétricas, em especial com reservatório, levou-nos à situação atual. Com o natural aumento da carga, a capacidade de armazenamento nos reservatórios, que sustentaria um ou dois anos com pouca chuva, reduziu-se a poucos meses Os profissionais do setor apontavam que essa infeliz campanha levaria a um sistema com tarifas mais elevadas, a mais poluição e maiores riscos de desabastecimento. A conta chegou.

MARCOS LEFEVRE  LEFEVRE.PART@HOTMAIL.COM

CURITIBA

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Desgoverno Bolsonaro

Manifesto adiado

Pedir harmonia e colaboração entre os três Poderes e que a Constituição seja respeitada é, resumidamente, um assombro. O manifesto da Febraban é justificado pelo descumprimento, por parte dos funcionários públicos, de seus principais deveres. Pagamos os salários dos prósperos servidores do povo e recebemos incompetentes serviços prestados. Os ministros, parlamentares e seus respectivos líderes estão sossegados diante das dificuldades enfrentadas pelo povo. A elite que frequenta os palácios de Brasília persegue o sonho de conquistar influência, soberania e prestígio. Desemprego, moléstia e miséria são apenas contratempos dos empobrecidos ao longo das últimas décadas.

JOSÉ CARLOS SARAIVA DA COSTA JCSDC@UOL.COM.BR

BELO HORIZONTE

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Supremo pra chamar de seu

Jair Bolsonaro pretende ser um governante sui generis em todos os sentidos. Não quer ser um mandatário, como seus antecessores, que segue a Constituição e as demais leis. Para começar, quer um Supremo Tribunal Federal (STF) que siga suas ordens e aprove todas as medidas por ele impostas. Já tem lá um ministro sob suas ordens e logo vai nomear outro cupincha. E assim vai formando seu STF particular, exclusivo, que não julga, só obedece de cabeça baixa. E o povo vai aceitar tudo isso? A resposta será dada no próximo dia 7 de setembro...

TOSHIO ICIZUCA TOSHIOICIZUCA@TERRA.COM.BR

PIRACICABA

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Neomortadelas

As passagens de ônibus fornecidas aos manifestantes por empresários bolsomínions são como os sanduíches de mortadela distribuídos à tigrada petista. Queria ver cada um vir a São Paulo no 7 de Setembro com recursos próprios.

JOSÉ ROBERTO DOS SANTOS VIEIRA JRDSVIEIRA@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Criminalidade

Assalto em Araçatuba

Parece que o chamado crime organizado está interessado em mostrar quão organizado ele é. O evento de Araçatuba foi aterrorizante. Virão outros? Que saudades de Sergio Moro...

AFFONSO MARIA LIMA MOREL AFFONSO.M.MOREL@HOTMAIL.COM

SÃO PAULO

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Em São Paulo

Um novo velho

O sr. Ricardo Nunes, prefeito da cidade de São Paulo, em nada inova ao tentar equilibrar as contas municipais via aumento de impostos. É mais um novo que já começa velho. Esses senhores administradores públicos jamais viveram a experiência empresarial de enfrentar um mercado competitivo, em que a sobrevivência depende da eficiência e de ganhos de produtividade, pois preços são condições dadas de mercado. Não fazem ideia de como abaixar custos com uma gestão eficiente de produtos e processos. E assim caminha o nosso Brasil ineficaz e sem respeito público desde priscas eras.

ALBERTO MAC DOWELL DE FIGUEIREDO AMDFIGUEIREDO@TERRA.COM.BR

SÃO CARLOS

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br


PIB EM QUEDA

Produto Interno Bruto (PIB) fica abaixo das previsões e recua 0,1% no segundo semestre. Economistas esperavam crescimento de 0,2%. Como perguntar não é ofensa: e agora, capitão?

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Jandaia do Sul (PR)

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USINA DE CRISES

O pronunciamento do ministro de Minas e Energia, na terça-feira, além de ter sido uma mistura de nada com coisa nenhuma, deixa claro que o País se tornou uma verdadeira usina de crises. O risco de apagão é resultado da falta de empenho, profissionalismo e excesso de amadorismo do governo federal e de seus técnicos, muito bem remunerados, que deixaram de pensar no País e passaram a direcionar seus esforços a questões ideológicas e nada úteis. O Ministério da Economia, por meio de Paulo Guedes, tornou-se um fardo pesado demais. Não há nenhuma ação que promova resultados verdadeiramente positivos na economia. O recuo do PIB, por exemplo, é um sinal de que inexistem políticas públicas que encham os olhos dos investidores e deem segurança para que as empresas retomem seus investimentos e contratem profissionais. A crise hídrica será um fato determinante na retomada econômica. Sucessivos aumentos nas contas de luz terão impacto direto na inflação e, consequentemente, no poder de compra das famílias. A questão, como sempre, passou despercebida pelos envolvidos e, agora, transferem todo o ônus para a população.

Willian Martins martins.willian@yahoo.com.br

Guararema

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NOVA BANDEIRA NA CONTA DE LUZ

Absurdo! Taxa extra na conta de luz, 50%! É muito mais fácil jogar o prejuízo no colo do povo do que investir em melhorias, energia sustentável, etc. Estamos sofrendo com a pandemia, com a alta dos preços, com o valor surreal dos combustíveis, com a falta de emprego, etc. Até quando? É só no nosso?

Adriana Aulisio aulisiodri@gmail.com

São Paulo

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MINAS E ENERGIA

O ministro quer que economizemos banho. Não bastasse ao que estamos submetidos, vem agora o ilustre cidadão com tal proposta. Neste desgoverno nada cheira bem...

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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ENERGIA ELÉTRICA

Uma vez mais o governo é criativo, aumentando os tributos sobre a tarifa de energia elétrica, como agora com o tipo “escassez hídrica”. Já existiam as bandeiras, em que a vermelha tinha os valores mais elevados, agravados agora pela bandeira vermelha 2. Esse novo tributo, inclusive, tem a mesma finalidade das bandeiras, numa bitributação, e teria de ser votado no Congresso Nacional. A energia elétrica, essencial, é o item mais tributado: PIS, Cofins e ICMS nos índices mais altos, bandeiras, iluminação pública, Imposto de Renda das concessionárias e, agora, escassez hídrica. Todos os tributos atingem, sim, as famílias das classes simples, que consomem entre 100 kW/mês e 300 kW/mês. Os governos, ao invés de resolverem o problema do fornecimento, agravam tarifas para evitar o consumo, o que prejudica a economia – as empresas têm de aumentar os preços dos produtos e há retração nas vendas. O presidente, inclusive, provoca queda no próprio apoio político, diante de aumentos como este, além de outras ações, como a ausência de reajustes salariais aos servidores por três anos.

Heitor Vianna P. Filho lagos@araruama.com.br

Araruama (RJ)

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RACIONAMENTO

Novamente neste século estamos prestes a viver um racionamento de energia, em razão de uma nova crise hídrica, a pior dos últimos 91 anos. Embora o atual governo evite falar na palavra racionamento, ele está à beira de ocorrer, em razão da dura realidade das mudanças climáticas que o planeta vivencia. Esperamos que as autoridades governamentais tenham compreensão realista dos fatos e capacidade de administrar tal crise, para que possamos superar com o menor sofrimento possível este momento complicado. Oremos.

José de A. Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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A HISTÓRIA SE REPETE

Onde reside o ponto fraco da corrupção entranhada no governo Bolsonaro? O calcanhar de Aquiles está sempre com a parte mais fraca, repetindo-se agora, com o motoboy Ivanildo, da empresa intermediadora de vacinas VTCLog, flagrado efetuando os pagamentos de boletos de Roberto Dias, ex-funcionário do Ministério da Saúde, envolvido em caso de corrupção assemelhado ao episódio ocorrido no primeiro governo Lula com o caseiro Francenildo, que teve seu sigilo bancário violado pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, surpreendido pelo caseiro em mansão do Lago Sul de Brasília onde a alta cúpula do PT se reunia para distribuir o dinheiro amealhado de forma ilícita. Palocci renunciou ao cargo depois do desmantelamento da quadrilha graças ao depoimento do humilde, porém íntegro e corajoso, Francenildo na CPI dos Bingos, noticiado pelo Estadão na época. No escândalo atual, outro ministro do STF, Kassio Nunes Marques, concedeu liminar ao motoboy Ivanildo, encarregado de efetuar pagamentos suspeitos a Roberto Dias, de sorte a silenciá-lo, evitando que seu depoimento perante a CPI levante o tapete das tramoias ocorridas no Ministério da Saúde, objeto de investigação da CPI das Vacinas do Senado Federal. Como se antevê, o calcanhar de Aquiles será outra vez flechado graças ao testemunho do lado mais fraco – isso se a integridade moral do motoboy Ivanildo for a mesma do caseiro Francenildo. Resta aguardar para ver quantas e quais cabeças rolarão no episódio de corrupção da vez.

Lairton Costa lairton.costa@yahoo.com

São Paulo

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INDICAÇÃO AO STF

Nunes Marques concede ao motoboy direito de não comparecer a CPI para depor e a maioria dos no$$os senadores vai votar em André Mendonça!

Cecilia Centurion ceciliacenturion.g@gmail.com

São Paulo

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PAPELÃO

Os ministros do STF têm concedido aos que solicitam habeas corpus para comparecer na CPI da Pandemia com o direito de até ficar calado, e o ministro indicado por Jair Bolsonaro para o STF, Kassio Nunes Marques, infelizmente muito afinado com o Planalto, está longe do interesse de servir ao País. Mais uma vez toma uma decisão mais do que esdrúxula, e inovadora: garantiu o direito de “não comparecer” à CPI da Pandemia ao motoboy Ivanildo Gonçalves Silva. Silva trabalha na empresa VTC Operadora de Logística (VTCLog), que é investigada pela CPI por suposta participação em atos de corrupção nas compras superfaturadas de vacinas com cúmplices do Ministério da Saúde.  Para comprovar a importância do depoimento deste motoboy, além de ter sido flagrado sacando para a empresa mais de R$ 5 milhões, de destino duvidoso, num vídeo apresentado na CPI na terça-feira passada se soube que este funcionário da VTC, com autorização da empresa, fez pagamentos de vários boletos no Bradesco de Brasília a favor de outro investigado, o ex-diretor do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias. Que papelão, ministro Nunes Marques.

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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IMPUNIDADE

Renan Calheiros disse que a decisão de Kassio Nunes Marques, ministro do STF, que garantiu ao motoboy da VTCLog o direito de não comparecer à CPI, de uma forma ou de outra, acaba colaborando para que a impunidade se mantenha firme e forte. Ele entende muito de impunidade. Seguramente, sabe o que está dizendo.

Ely Weinstein elyw@terra.com.br

São Paulo

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CONTINUA NUMA BOA

O ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias tinha seus boletos pagos pela VTCLog, empresa que tem contrato com a casa, conforme apurado na CPI da Covid. O inusitado é que o relator desta comissão, senador Renan Calheiros, seja aquele mesmo que usou exatamente a mesma prática, quando era presidente do Senado e tinhas contas particulares pagas por uma empresa que tinha contrato com essa instituição que ele comandava. Plagiando uma antiga e famosa propaganda de uma instituição financeira: “O tempo passa, o tempo voa, mas o roubo de dinheiro público continua numa boa”.

Abel Pires​ Rodrigues abel@knn.com.br

Rio de Janeiro

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OUTRA RACHADINHA

Justiça quebra sigilos bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro. Será que é para valer ou para inglês ver?

Robert Haller

São Paulo

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CARLOS BOLSONARO

Será que alguém minimamente informado acredita que eventual investigação sobre o vereador Carlos Bolsonaro irá adiante? Não é mesmo, Flávio? Mas, se algo der errado, sempre haverá Gilmar para adiar eternamente...

Guto Pacheco  jam.pacheco@uol.com.br

São Paulo

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NOVO BRASIL

Os deputados, senadores e juízes das mais altas Cortes do País estarão no olho da rua a partir do dia 7 de setembro, quando o presidente Bolsonaro irá finalmente aplicar seu golpe de Estado, fechando o antro de comunistas do STF e demitindo a corja de corruptos e incompetentes do Congresso. Os filhos de Bolsonaro irão se desdobrar acumulando cargos: o filho 01 pode ser o novo presidente do Banco Central e juiz do STF, o filho 02 poderá legislar no lugar de todos os deputados e senadores, enquanto o filho 03 será o novo ministro da Fazenda e embaixador em Washington. O filho mais novo terá menos responsabilidades, presidirá o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. O novo Brasil tem tudo para dar certo. Impressiona o altruísmo de Arthur Lira, que, mesmo sabendo que irá perder o emprego, não vai abrir o processo de impeachment contra Bolsonaro. Muito amor envolvido.

Mário Barilá Filho mariobarila@yahoo.com.br

São Paulo

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7 DE SETEMBRO

A respeito da ida de alguns pastores evangélicos, e seus fiéis, à manifestação de 7 de Setembro, para demonstrar o seu apoio ao pior presidente da história da República do Brasil, inclusive contra os demais Poderes da União, reproduzo o que disse o general da reserva Carlos Alberto Santos Cruz, em seu artigo no Estadão de 29/8: “Nenhuma autoridade pode ser agente de desmoralização e de enfraquecimento das estruturas existentes, promover fanfarronices, factoides, passeios com dinheiro público e alegar que não o deixam trabalhar. O populismo, a demagogia e a agitação social não podem ser praticados por autoridades”. Essa é a postura que reconheço no Exército brasileiro. Aquele que aprendi a respeitar e ter orgulho, quando, em 1947, ainda garoto, passei defronte ao cemitério de Pistoia, Itália, e vi aquelas cruzes brancas, cada uma indicando o corpo de um soldado da minha Pátria morto em combate contra o nazismo. Os pastores evangélicos não podem defender um governo que não representa nenhum dos valores que o nosso povo há anos defende. Aqueles que vejo no atual governo estão muito mais próximos do nazismo do que dos que aprendemos a respeitar como democratas e cristãos. Cumpre lembrar que Jesus Cristo era judeu e, se vivo estivesse na época da Segunda Guerra Mundial, teria morrido, não na cruz, mas nos campos de concentração nazistas. Portanto, não tem cabimento os evangélicos irem defender o atual governo. Os que foram presos por determinação do STF o foram por infringir a lei, não por dar uma opinião honesta, democrática, mas para tentar implantar a ditadura. Uma com valores contrários ao cristianismo, onde os evangélicos não teriam vez. Estes pastores estão orientando mal os seus fiéis.                                                          

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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NÃO TRANSPASSE O RUBICÃO!

O ministro do STF Ricardo Lewandowski deu a Jair Bolsonaro o “passo a passo” para que ele não “transpasse o Rubicão”, pois a punição, no caso de ruptura com as instituições, com intervenção armada, é irreversível e imprescritível. Bolsonaro, é melhor recuar. Fica a dica!

Júlio Roberto Ayres Brisola jrobrisola@uol.com.br

São Paulo

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É PRECISO INTELIGÊNCIA

O governo Bolsonaro está conseguindo uma verdadeira proeza: não somente unir a oposição contra ele, mas particularmente fazer com que até as centrais sindicais abandonem seu tradicional discurso truculento, ideológico e frequentemente demagógico, para adotar postura moderada e realista. A nota conjunta das centrais é primorosa e lúcida ao manifestar que “é preciso que o Legislativo e o Judiciário em todos os níveis, os governadores e prefeitos tomem à frente de decisões importantes em nome do Estado Democrático de Direito” e que “disponham sobre questões urgentes como geração de empregos decentes, a necessidade de programas sociais e o enfrentamento correto da crise sanitária”.  Enfrentar Bolsonaro e a grave crise que assola o País requer força, sim. Mas, muito mais do que força, ponderação e, sobretudo, inteligência.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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FUZIS EM ARAÇATUBA

Presidente, parabéns pela roubociata ocorrida em Araçatuba, com a extraordinária manifestação pela compra e profissional utilização de fuzis!

César Garcia  cfmgarcia@gmail.com

São Paulo

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ASSALTO EM ARAÇATUBA

Diante do espetacular e cinematográfico assalto a três agências bancárias ocorrido na madrugada de segunda-feira, 30/8, em Araçatuba, por um bando de mais de 15 bandidos, cabe observar: de um lado, o crime muito bem organizado e armado até os dentes e, de outro, a Polícia Militar, mal armada, mal paga e mal organizada. Até quando?

J. S. Decol

São Paulo

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MISSÃO CUMPRIDA NO AFEGANISTÃO?

Num discurso a bordo de um navio militar americano após invadir, desnecessariamente, o Afeganistão e, depois, o Iraque, o beligerante George W. Bush declarou: “Missão cumprida”. Vinte anos depois, os americanos saíram correndo do Afeganistão, sem cumprir sua suposta missão. Os únicos fatos concretos são os 62.750 mortos e mais de 20 mil feridos, além de gastar mais de US$ 300 milhões por dia de permanência. Realmente, não há limite para a estupidez e insanidade humanas!

Omar El Seoud elseoud.usp@gmail.com

São Paulo

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