Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

09 de setembro de 2021 | 03h00

7 de Setembro

Blasonaria

No 7 de Setembro, perdeu o presidente Jair Bolsonaro importantíssimo instante, de extensão inimaginável, para apaziguar-se com os Poderes da República, unir o povo brasileiro e, sensato, partir para a retomada do crescimento do Brasil, terreno propício para a semente da reeleição. Mas, envaidecido e montado no alazão de um orgulho fundo que o cega, ao abrigo de opiniões erráticas, levanta-se muito acima do que é e, numa blasonaria de tirar o fôlego, irrompe contra o Supremo Tribunal Federal (STF), centrando fogo num de seus ministros, numa afronta jamais vista, com juras de descumprimento de ordens judiciais que desafia o Supremo, e nomina os “canalhas”, in abstracto, mas com endereço já de todos sabido. Blasona Bolsonaro na Paulista, ao dizer que foge das sedas dos palácios, sendo certo que há décadas não arreda pé deles. E toda esta campanha de ódio se alimenta e se fortalece no medo de perder o trono. Bem certo ficou para todos nós de sua fala anteontem que aquilo que prometia ser um voo de águia no 7 de Setembro não passou de voo de galinha.

ANTONIO B. CAMARGO BONIVAL@CAMARGOECAMARGO.ADV.BR

SÃO PAULO

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Impeachment

Será necessário um tiro de canhão na Praça dos Três Poderes para acordar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira? Não aguentamos mais a descarga diária de impropérios proferidos por este cidadão irresponsável que ocupa a Presidência da República.

CLAUDETE RESTANI CLOSCK@HOTMAIL.COM

PIRACICABA

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Bom comportamento

O lado positivo da manifestação de 7 de setembro na Avenida Paulista foi o bom comportamento dos manifestantes. Não houve violência, brigas nem depredações do patrimônio. Triste foi o gasto gigantesco de dinheiro público no deslocamento de Bolsonaro e no aparato de segurança, tanto do presidente como no policiamento em geral. Nada produtivo o evento, apenas ataques e o modo de ser de Bolsonaro, cada vez mais parecido com Lula. Por isso temos de pavimentar a terceira via. Colocar o País no trilho e no rumo do desenvolvimento.

ROBERTO DA C. MANSO VASCONCELLOS VETROBERTOCMV@UOL.COM.BR

SÃO JOÃO DA BOA VISTA

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Reencontro com a política

Talvez o encontro do Brasil com alguém capaz de recuperar a magnanimidade da política leve mais tempo do que provavelmente a grande maioria de nós gostaria de aceitar. Mas é preciso que algum sinal seja dado. Para que lado vamos? Quando colocaremos o pé na estrada, a caminhar em direção a algum destino? Quem sabe uma ajuda para conseguirmos, aos poucos, visualizar esse destino poderia vir do Congresso Nacional, com a redação, discussão e aprovação, e encaminhamento para a promulgação, de documentos legislativos que permitam, em 2024, a eleição de três ou quatro vereadores por distrito plurinominal, nos cem menores municípios brasileiros, que tenham ao menos 65 mil eleitores. Este é o voto cuja denominação, em inglês, é abreviada como PR-STV (Representação Proporcional via Voto Transferível Único), e há um século é usado na Irlanda para eleger os membros de seu Parlamento e vereadores para os seus municípios. E o país não abre mão desse tipo de voto. Apesar de já há algum tempo usar o voto distrital misto, numa versão mais branda do que a alemã, para eleger seu Parlamento, em Edimburgo, recentemente a Escócia adotou esse voto para eleger seus vereadores. Em 2028, a lista de municípios brasileiros usando essa modalidade de voto poderia ser ampliada para 250 localidades. E essa lista poderia ser completada em 2032, abrangendo todas as três centenas e meia de cidades brasileiras com mais de 65 mil eleitores. É um caminho, é um sinal. Mais tarde conversaríamos sobre Legislativos estaduais/DF e federal. Não há nada a perder. Este é um jogo em que todos ganham.

JOSÉ M. FRINGS JMFRINGS64@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Petrobras

O preço dos combustíveis

O general Joaquim Silva e Luna, presidente da Petrobras, brindou-nos no Estado de 5/9 com um interessante artigo (A saga que R$ 2 não contam) no qual pretende justificar os abusivos preços dos combustíveis no Brasil. Explica-nos ele a extensa cadeia de eventos que permitem que os combustíveis cheguem aos consumidores, enaltecendo corretamente o papel da Petrobras no processo. Mas, ao justificar o preço dos combustíveis, ele alega que a Petrobras recebe “apenas” R$ 2 dos R$ 6 que o consumidor paga por litro de gasolina, porque, “como não participa da distribuição nem da revenda, a empresa não tem poder de decisão sobre o preço final ao consumidor”. Não comenta que a Petrobras abriu mão de tal poder quando decidiu se desfazer da sua distribuidora e de metade das suas refinarias, passando a ser mera produtora de óleo bruto, de importância cadente, o que nos remeterá à situação em que estávamos quando a Petrobras foi criada: a de absoluta dependência das multinacionais que controlam o mercado de petróleo no mundo. O general culpa a estrutura tributária pela triplicação do preço pago pelos consumidores, convenientemente eximindo o governo federal de responsabilidade, pois os tributos federais estão zerados desde março. Justifica a absurda decisão de praticar aqui preços praticados no mercado mundial, pois “a Petrobras não tem o monopólio da comercialização dos combustíveis nem condições de investir, sozinha, para atender à demanda”, o que não é correto. A Petrobras, desde que foi criada, quando não tínhamos petróleo, abasteceu o mercado brasileiro com eficiência, sem nunca ser objeto de crítica da sociedade. O preço de paridade internacional só favorece as multinacionais do petróleo e as refinarias no exterior, deixa ociosas as refinarias da Petrobras, que perde mercado para elas, e encarece os preços ao consumidor. É isso que tem de ser o quanto antes mudado.

PEDRO CELESTINO, presidente do Clube de Engenharia

TDC.COELHO@GMAIL.COM

SÃO PAULO

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Depois da terça-feira gorda de manifestações pró-Bolsonaro, o País amanheceu numa triste quarta-feira de cinzas pela vilipendiada democracia e Constituição. Pobre Brasil.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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DISTANCIAMENTO DA REALIDADE

Assistindo às manifestações de aliados do presidente Jair Bolsonaro neste 7 de Setembro, muitos deles enrolados na Bandeira Nacional, parecendo estarem em uma espécie de transe psicodélico, veio-me à mente alguns conceitos, entre os quais a infantilidade, a imaturidade e o deslumbramento. Distanciados dos problemas do Brasil real que, ao que pareceu, era o que menos importava ali, naquele momento, mais pareciam turistas recém-chegados a um país estrangeiro magnífico e que há muito sonhavam visitar e conhecer, pois iam de um ponto a outro, como que desorientadamente encantados com toda aquela multidão de desvairados, batendo palmas e uivando em delírios de apoio ao que parecia ser um chefe de escoteiros ou, mesmo, um desses líderes de torcida que se inflamam ao sentir o apoio de tantos correligionários e adeptos, todos eles imersos no uníssono de sua fantasia distópica.

Marcelo Gomes Jorge Feres marcelo.gomes.jorge.feres@gmail.com

Rio de Janeiro

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DISCURSO NEFASTO

Após os discursos nefastos de Bolsonaro no dia 7 de setembro, dia da nossa Independência, atacando os ministros do STF – infelizmente –, a frase do filósofo francês Joseph-Marie de Maistre “cada povo tem o governo que merece”, cunhada há mais de 200 anos, ainda encontra aplicabilidade ao Brasil.

Artur Topgian topgian@terra.com.br

São Paulo

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FANATISMO

Como bem disse Oliver Wendell Holmes, “a mente de um fanático é como a pupila do olho: quanto mais luz incide sobre ela, mais se irá contrair”. Temos presenciado no nosso país essa situação com enorme frequência. O fanatismo por um político turvou completamente a mente de muitas pessoas que deixaram de raciocinar para simplesmente seguir como zumbis esse mesmo político do velho grupo do Centrão.

Por ele e por sua fala, eles deixaram de se importar com a corrupção, o foro privilegiado não é mais um grave problema, nem tampouco a fome, o desemprego, os preços elevados dos combustíveis sem explicações plausíveis. Tudo é deixado de lado enquanto repetem o mantra do comunismo que está supostamente voltando para onde nunca esteve na verdade.

Rafael Moia Filho rmoiaf@uol.com.br

Bauru

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UM PAÍS JOGADO ÀS TRAÇAS

Antes, em 7 de Setembro, íamos ao centro da cidade comemorar o aniversário da Independência do Brasil, assistindo ao desfile das Forças Armadas. Terça-feira foi diferente e triste. Nosso pior presidente, em lugar de discursar sobre a data e a sua importância, usou a ocasião para atacar o STF e nos ameaçar com um golpe de Estado. Bolsonaro não fez rigorosamente nada de útil para o País, pelo contrário. Ataca aquele tribunal pois ali estão inúmeros processos contra ele e pessoas que lhe são próximas. Podem condená-lo, pelos inúmeros crimes que cometeu. Está sujeito até mesmo ao de lesa-humanidade, perante o Tribunal Penal Internacional, em Haia, por causa da política ilegal e insana contra a covid-19 que resultou em 584 mil mortos. Serve para desviar a atenção da mediocridade do seu governo. Contra os que ele chama de inimigos, afirmou que iria convocar o Conselho da República. E qual o motivo de tanta ira daqueles populares? Nenhuma legítima. Muitos nem pararam para pensar. Atenderam ao pedido de Bolsonaro, sem atinar que o presidente está tentando salvar a sua pele, depois de cometer tantos desatinos. Desde o começo, liberou a devastação da Amazônia, o que causou a crise hidrelétrica que estamos sofrendo. O País segue jogado às traças e vai demorar para se recompor. E nós, até agora, não fizemos nada. Arthur Lira terá agora que liberar para votação os pedidos de impeachment contra ele, ou terá que responder por isso. Chega de insanidades.

Gilberto Pacini benetazzos@bol.com.br

São Paulo

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GOLPE BAIXO

Jair Bolsonaro cospe na democracia e na Constituição desde que tomou posse como presidente, portanto as imbecilidades grotescas que bramiu no 7 de Setembro eram mais que esperadas e assim continuarão até o final do seu mandato, abreviado ou não. O que impressiona é a quantidade de seguidores que levam a sério e ovacionam suas agressões autocráticas rasteiras. Que boa parte desses fiéis é composta por pessoas que não pensam, apenas obedecem, é compreensível sob a ótica da psicologia das massas. Mas e quanto aos bem informados e intelectualmente esclarecidos? Como explicar? É preciso ficar claro que estes só estão onde estão na vida (inclusive em manifestações na Av. Paulista, Praia de Copacabana, etc.) porque vivemos uma democracia plena conquistada a duras penas e permeada pelo respeito à ordem constitucional e aos Três Poderes, exatamente o contrário que o presidente prega. Fazer bom uso da democracia para depois desrespeitá-la e desprezá-la é golpe sim, baixo e deturpado. E não somente por parte de Bolsonaro, mas dos que o apoiam também. 

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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DESVARIO PRESIDENCIAL

Jair Bolsonaro cospe na democracia e na Constituição desde que tomou posse como presidente, portanto as imbecilidades grotescas que bramiu no 7 de Setembro eram mais que esperadas e assim continuarão até o final do seu mandato, abreviado ou não. O que impressiona é a quantidade de seguidores que levam a sério e ovacionam suas agressões autocráticas rasteiras. Que boa parte desses fiéis é composta por pessoas que não pensam, apenas obedecem, é compreensível sob a ótica da psicologia das massas. Mas e quanto aos bem informados e intelectualmente esclarecidos? Como explicar? É preciso ficar claro que estes só estão onde estão na vida (inclusive em manifestações na Avenida Paulista, Praia de Copacabana, etc.) porque vivemos uma democracia plena conquistada a duras penas e permeada pelo respeito à ordem constitucional e aos Três Poderes, exatamente o contrário que o presidente prega. Fazer bom uso da democracia para depois desrespeitá-la e desprezá-la é golpe sim, baixo e deturpado. E não somente por parte de Bolsonaro, mas dos que o apoiam também. 

José de Anchieta Nobre de Almeida josedalmeida@globo.com

Rio de Janeiro

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RECADO

Na Avenida Paulista, 125 mil pessoas, ou 0,33% do colégio eleitoral de São Paulo; e no Anhangabaú 15 mil ou 0,00% do colégio eleitoral. Em 7 de Setembro, os paulistas deram um recado forte para o Brasil: em 2022, nem Bolsonaro nem Lula.

Maurício Lima mapeli@uol.com.br

São Paulo

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O FRACASSADO 7 DE SETEMBRO BOLSONARISTA

O aflito Jair Bolsonaro esperava o apoio de 2 milhões de manifestantes na Av. Paulista, no 7 de Setembro. Seu pronunciamento foi um fiasco, pois nem 150 mil pessoas compareceram, nem mesmo Carlos Bolsonaro foi ouvir o besteirol exposto por seu pai. Bolsonaro citou nominalmente Alexandre de Moraes, dizendo que não cumprirá as decisões do ministro da Suprema Corte. Também atacou os governadores e os prefeitos, que teriam tolhido o direito de ir e vir, proibido o povo de trabalhar e de frequentar templos. Muitos manifestantes estavam aglomerados, sem máscaras, pedindo o fim do comunismo. É difícil entender esses gritos desordenados, influenciados por uma máquina de produzir mensagens incoerentes nas redes sociais. A alta da inflação é uma realidade, bem como o desemprego e o aumento da miséria no Brasil. O remanescente é futrica.

José Carlos Saraiva da Costa jcsdc@uol.com.br

Belo Horizonte

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MANIFESTAÇÕES E CONSTITUIÇÃO

Inaceitável e totalmente inconcebível o enredo conspiratório e altamente golpista liderado pelo circunstancial presidente Jair Bolsonaro e por seus asseclas. Às manifestações inconstitucionais cingiu a suprema corrente de ruptura democrática que circunsta o clã Bolsonaro, bem como explicitou a inglória mesquinharia de tentativa de completa subversão aos princípios da República. Urge punição efetiva aos organizadores dos atos golpistas e a Jair Bolsonaro pulsa a necessidade de imediata abertura de processo de impeachment, para demonstrar a todos que, embora amplas, as liberdades Constitucionais jamais autorizaram a inglória e deliberada derrocada da nossa Democracia por golpes mesquinhos. Impeachment Já e imediatamente.

Renato Mendes do Nascimento, advogado Constitucionalista e professor de Direito renatonascimento@uol.com.br

Santo André

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MARKETING

Com cartazes em inglês Bolsonaro estava visando os eleitores no exterior? Ou foi puro marketing político?

Luiz Frid fridluiz@gmail.com

São Paulo

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A ALTERNATIVA

O presidente Jair Bolsonaro quer é ser preso para ter uma desculpa e seus seguidores  partirem para a ignorância e outras arruaças, provocando confusão, impondo que atitudes policiais sejam tomadas e convulsionem a situação. Em tempo, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pode ser interditado por não colocar um dos 126 pedidos de impeachment do presidente Bolsonaro em andamento? Com a palavra Congresso e o STF.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com 

São Paulo

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DEMOCRACIA

O problema não é Bolsonaro. Se fosse, teria solução. O problema é sistêmico, entranhado na sociedade. Autoritarismo não se combate com autoritarismo. Mas isso é o que está acontecendo. Alexandre de Moraes manda prender quem critica o Supremo. Isso é democracia? Então o problema está onde? Concentrado em Bolsonaro?

A mídia corporativa, em voz estranhamente uníssona, afirma que Bolsonaro está isolado. Se estivesse isolado seria fácil. Collor estava isolado e foi rapidamente apeado. Como afirmar que o presidente está isolado, se milhares saíram de casa para manifestar apoio? Seriam fantasmas? Posições divergentes não são parte da democracia? Por que não aceitar que milhares tenham uma opinião diferente? Não são brasileiros também? Ou brasileiros são só os que pensam como a mídia e a elite financeira querem?

Patricia Porto da Silva portodasilva@terra.com.br

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NEM LULA NEM BOLSONARO – TERCEIRA VIA

O efeito colateral do golpismo de Jair Bolsonaro é que o Brasil está sendo forçado a encontrar rapidamente um nome para devolver ao povo o sonho e a esperança de poder viver em paz num ambiente em que possa empreender negócios num Brasil respeitado, sem rachadinhas nem tríplex. Pela projeção dada pelo momento, vale lembrar nomes da envergadura moral e cívica  dos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso,  temor de ambos! 

Nilson Otávio de Oliveira noo@uol.com.br

São Paulo

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UM CARRO CHAMADO BRASIL

A situação atual do País se assemelha à de um carro (Brasil) com câmbio manual, nas mãos de um motorista (Executivo) não habilitado, que acelera com o pé na embreagem (Legislativo) aumentando a rotação do motor (povo), fazendo ferver o radiador (Judiciário) sem sair do lugar. Ou troca-se de motorista ou o carro vai pegar fogo. 

Pedro Luiz Bicudo plbicudo@gmail.com

Piracicaba

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MOTORISTA DO CARRO PRESIDENCIAL

Triste e ridícula a figura do nosso campeão Nelson Piquet!

Robert Haller

São Paulo

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BANDEIRADA

Esse desgoverno piorou tudo, incluindo a Fórmula 1. Em Brasília tem piloto fazendo bico de motorista de táxi.

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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DECEPÇÃO

Pilotando um bólido de Fórmula 1 nos autódromos mundo afora, Nelson Piquet foi um ás do volante, sagrando-se tricampeão mundial em 1987, conferindo prestígio e fama ao Brasil. Pilotando o velho Rolls-Royce presidencial que conduziu Jair Bolsonaro pela Esplanada dos Ministérios no desfile do 7 de Setembro, o piloto derrapou na curva, saiu da pista e colidiu contra o muro, em flagrante e condenável ato de desrespeito e desonra à memória de seu falecido pai, o médico pernambucano Estácio Gonçalves Souto Maior, ex-ministro da Saúde, em 1961,e deputado federal cassado pelo AI-5 da ditadura militar. Vergonha!

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo








 


 

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