Fórum dos Leitores

Cartas de leitores selecionadas pelo jornal O Estado de S. Paulo

Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo

15 de maio de 2022 | 03h00

TSE e as Forças Armadas

Pelo em ovo

Por respeito e deferência, o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, convidou as Forças Armadas para integrar a Comissão de Transparência das Eleições, voltada a ampliar a segurança do processo eleitoral. Agora, as Forças Armadas – apesar de as urnas eletrônicas nunca terem demonstrado suspeita de fraude desde sua existência – apresentaram 81 questionamentos acerca do processo, todos devidamente respondidos pelo TSE. Nada impede que quem fez 81 questionamentos faça outros 81 ou até mais, se houver alguma intenção de encontrar pelo em ovo que ponha em xeque a lisura das eleições. Já que nada de suspeito foi encontrado, as Forças Armadas, como instituição, deveriam emitir uma nota oficial atestando a idoneidade do processo eleitoral eletrônico e dar um basta definitivo nos delírios de Jair Bolsonaro, ao menos neste assunto.

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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Desfaçatez tem limite

Após a fala democrática, ponderada, mas incisiva do ministro Edson Fachin sobre o processo eleitoral, o presidente da República disse não saber de onde o ministro tirou este “fantasma de que as Forças Armadas querem intervir na Justiça Eleitoral” (sic). Ora, realmente, fantasma não houve. Houve, sim, uma pessoa de carne e osso que, sistemática e ardilosamente, invocando o pretenso apoio das Forças Armadas, vem lançando sérias dúvidas sobre a lisura do nosso sistema eleitoral (sala escura e outras mentiras). Chama-se Jair Messias Bolsonaro. Felizmente, o povo brasileiro não é ingênuo e, com certeza, ciente de aonde Sua Excelência quer chegar, não embarcará nesta canoa furada.

Junia Verna Ferreira de Souza juniaverna@uol.com.br

São Paulo

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Eleição presidencial

Para onde vamos?

A pergunta “onde estamos e para onde vamos?” não é retórica, deveria estar na cabeça de todos os brasileiros, principalmente os integrantes do Congresso Nacional, do Judiciário e do Executivo. Estes deveriam estar comprometidos com servir ao público e ao Brasil, mas, salvo exceções, servem-se do público e do País. Não vou perder tempo listando os inaceitáveis descalabros, desperdícios de tempo, paciência, recursos financeiros e humanos noticiados nos últimos dez anos. Hoje, minha resposta para a pergunta no início deste comentário é: andaremos para trás sob as óticas institucional, social, econômica e ambiental. Seguiremos empobrecidos e perdendo relevância no mundo. Nem é preciso pensar para chegar a essa conclusão. Basta olhar esta eleição presidencial e os candidatos que lideram a corrida: mais dos mesmos. A quem responsabilizar pela falta de opção? Com certeza, a classe política. É inaceitável, nesta altura do calendário, que não tenham conseguido definir uma alternativa para alimentar nossas esperanças e nos obrigar a debater e decidir sobre propostas. Vaidades e interesses pessoais, a fragmentação e a repartição do dinheiro dos contribuintes pago aos partidos tornaram impossível atender ao que é necessário para o País e seus habitantes. Assim, sem um propósito e sem um projeto para o futuro, ficaremos limitados nesta nefasta polarização.

Mário Sérgio F. de Vasconcelos mario.fvasconcelos@hotmail.com

São Paulo

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A guerra de Putin

Ação e reação

A terceira Lei de Newton afirma que, para toda força de ação aplicada a um corpo, surge uma força de reação num corpo diferente. Essa reação tem a mesma intensidade da força de ação e atua na mesma direção, mas com sentido oposto. Além de isolar a Rússia como pária mundial após a criminosa invasão da Ucrânia, Putin provocou forte reação contrária, aproximando os EUA da União Europeia numa coesão de forças, e deu novo significado à Otan, que terá nos próximos dias a adesão das até então neutras Finlândia e Suécia. Parece que o tiro russo saiu pela culatra.

J. S. Decol decoljs@gmail.com

São Paulo

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Inovação

Vacina brasileira

Senti grande satisfação e orgulho com o sucesso de cientistas brasileiros na publicação de milhares de artigos sobre a covid-19, alguns dos quais “saíram nas melhores revistas científicas do mundo” (USP está entre melhores do mundo em pesquisas de covid, Estado, 12/5, D7). Só me ficou uma pergunta: e cadê a vacina inteiramente brasileira?

Tibor Rabóczkay trabocka@hotmail.com

São Paulo

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Cartas selecionadas para o Fórum dos Leitores do portal estadao.com.br

HORTALIÇAS X GEADAS

A meteorologia está avisando com quase uma semana de antecedência de frio intenso e geadas atípicas para 18 de maio em diante no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Espero que as hortaliças e frutas sensíveis ao frio sejam devidamente cobertas nas hortas ou retiradas onde não dá para cobrir. Não dá mais para usar a geada como desculpa para aumentos de preços. Se liguem, agricultores. E vamos ficar de olho em "picaretas" que usam geada, dólar, guerra na Rússia, queda de governo em Esquisitoquistão, fuga das baleias do Japão ou qualquer coisa para aumento de tudo.

Roberto Moreira da Silva 

rrobertomsilva@gmail.com

São Paulo

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PREÇO DA PICANHA

O presidente demagogo e farsante do Brasil disse que a picanha no Brasil é metade do preço do que no Canadá. Faltou dizer que o salário mínimo no Canadá é de C$ 1.200 (dólares canadenses) por quatro semanas de 20 horas de trabalho. O que dá R$ 5 mil. Como no Brasil se trabalha oito horas diárias em cinco dias, ou seja, 40 horas semanais, isso daria R$ 10 mil mensais no Canadá. Mesmo trabalhando a metade do tempo do Brasil, eles ganham quatro vezes mais, ou oito vezes mais, se trabalharem o mesmo tempo do brasileiro. Se a picanha custar oito vezes mais que no Brasil, os preços ficarão empatados na relação com os respectivos salários. A inflação é mundial, mas nos países pobres e mal administrados, como o Brasil, a população sofre muito mais.

Paulo Sergio Arisi

paulo.arisi@gmail.com

Porto Alegre

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CUSTOS DE OPORTUNIDADE

Alguém já disse que é em época de crise que a verdade aparece. Esse é o caso das commodities que, em função das atuais instabilidades de mercado, sofreram grandes variações de preços no mercado mundial e repercutiram sobre as nossas, como petróleo, aço ou produtos agrícolas. No caso dos produtos agrícolas, haveria grande custos de oportunidade para o produtor se este deixasse de vender a preços internacionais para praticar preços menores a valor do mercado interno. Por outro lado, é de se perguntar se é justo o consumidor pagar mais caro por um produto cuja safra é custeada com financiamentos subsidiados e a produtividade é fruto da tecnologia desenvolvida pela Embrapa, ambos fatores decorrentes da sociedade, o que representaria um crédito acumulado junto aos governos. Afinal, para a população, os alimentos são tão estratégicos quanto a energia ou o combustível. No caso dos preços dos combustíveis, é muito mais fácil a Petrobras adotar os preços do mercado de petróleo do que administrar toda uma contabilidade que implicaria ter preços ponderando a parcela realizada em reais, como os salários e aquela custeada em dólar, como leasing de plataformas, equipamentos diversos, seguros de risco, etc. Mesmo a alardeada parcela de óleo superior à capacidade instalada de refino, se exportada a preços internacionais, geraria um superávit que compensaria o déficit da revenda de derivados a preços inferiores no mercado interno. Natural que nesse caso também haveria um custo de oportunidade para os acionistas, mas, desde que remunerados a taxas médias de mercado, não haveria do que se queixar, mesmo porque essas políticas podem ter balanço aferido no médio e longo prazo e não com o imediatismo especulativo.

Alberto Mac Dowell Figueiredo

amdfigueiredo@terra.com.br

São Carlos

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PROMESSA CUMPRIDA

Diante da disparada no preço dos combustíveis, Adolfo Sachsida, novo ministro de Minas e Energia, fala que irá trabalhar para privatizar a Petrobras. A sete meses de seu final, um governo que foi eleito tendo como pilar de sua agenda econômica as privatizações e que, em três anos e meio, não conseguiu privatizar os Correios e a Eletrobras, vem a público anunciar a privatização da empresa como se tivesse competência para isso e fosse possível. Obviamente uma cortina de fumaça para encobrir a incapacidade governamental para baixar os preços ou a comodidade do governo em deixar o preço subir para lucrar estratosfericamente com isso. Bolsonaro percebeu que essa política de preços, que enche os cofres da União, está tirando de vez sua chance de reeleição, se bem que ele não deve estar preocupado com isso pois, em sua campanha em 2018, defendeu o fim da reeleição chegando a dizer que “o que eu pretendo é fazer uma excelente reforma política, acabando com o instituto da reeleição, que começa comigo caso seja eleito“. Enfim, uma promessa de campanha será cumprida.

 

Valdecir Ginevro

valdecir.ginevro@uol.com.br

São José dos Campos

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RESULTADO ZERO

A possibilidade de privatizar a Petrobras neste ano eleitoral é exatamente igual a zero. Mais um discurso de Jair Bolsonaro para tentar justificar o preço dos combustíveis. Mesmo se a privatização ocorresse, o resultado também seria zero.

Luiz Frid

fridluiz@gmail.com

São Paulo

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PPI E INFLAÇÃO

A variável que mais influencia a inflação brasileira, hoje, é o Preço de Paridade Internacional (PPI), a política de preços da Petrobras. O Brasil está sendo sacrificado porque alguém (Temer, em 2016) concedeu essa lamentável benesse aos acionistas que embolsam dividendos arrancados de um povo pobre, miserável e sem um governo para o proteger. Eu pensei que Bolsonaro estava dizendo a verdade, mas a parte que diz que o respeito ao Brasil está acima de tudo é uma falácia. Os interesses econômicos é que estão acima de tudo e de todos.

Franz Josef Hildinger

frzjsf@yahoo.com.br

Praia Grande

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APOSENTADOS E PENSIONISTAS

Décimo terceiro salário antecipado: por que não para os aposentados e pensionistas do serviço público?

Helio Teixeira Pinto

helio.teixeira.pinto@gmail.com

Rio de Janeiro

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TETO DE GASTOS

Lula disse que em seu provável governo não haverá teto de gastos (Lula anuncia que será irresponsável, 13/5, A3). E o vice Alckmin, que passou anos e anos levantando essa bandeira? Vai dizer que esse teto é uma bobagem? O eleitor de Alckmin terá de tapar os ouvidos e o nariz na hora de votar, pois palavra de político tem o mesmo valor daquilo que encontramos nas fraldas de um bebê. O mais triste é ver pessoas brigando por esse ou aquele político.

Izabel Avallone

izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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O QUE ESPERAR PARA O BRASIL

Lula da Silva declara, em alto e bom som, que, caso governe, acabará com o teto de gastos, satisfatória realização do governo Temer. Será a farra de gastos, talvez maior que a do Centrão atual, com o seu orçamento secreto e manipulado somente para os eleitos da coroa. Bolsonaro, ainda, se ganhar o pleito, trará mais novidades que as aventuras ora realizadas, além da instabilidade que gosta de proporcionar ao regime democrático. Um ou outro que governe o País tirará o sono dos brasileiros, fazendo com que sonhem com a enterrada terceira via, quando Sergio Moro poderia ter sido escolhido. Os brasileiros dormiriam mais tranquilos!

José Carlos de Carvalho Carneiro

carneirojcc@uol.com.br

Rio Claro

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ONTEM E HOJE

Não obstante a pandemia (665 mil mortes) na conta de Bolsonaro, embora desde o início de 2020 ser, por imposição do Supremo Tribunal Federal (STF), competência dos governadores; o STF e o Legislativo mais atrapalharem que ajudarem; e muitos da mídia nacional terem perdido a bocada, daí só divulgarem o lado negativo e se esquecerem do positivo, que é muito maior; a inflação mundial afetou o Brasil, mas superamos com destaque no cenário internacional; em 2019, o desemprego era de 14 milhões, agora são 11 milhões; o diesel está alto, mas é inferior em relação ao preço mundial; o amparo social é visível (aumentou para R$ 400, beneficiando 18 milhões de brasileiros); a farra com recursos da Lei Rouanet acabou, aborrecendo alguns artistas sem a mamata; são raras as reclamações divulgadas pela mídia de buracos nas rodovias e caminhões atolados; acabou, pelo menos por enquanto, o perigo de venezuelarmos; cessaram as invasões urbanas e rurais, desrespeitando o direito de propriedade; a bola de neve no déficit da previdência é coisa do passado; a corrupção hoje é mais boato da oposição que fato, mas os graúdos enredados pela Lava Jato, inexplicavelmente, estão soltos e querendo reaver a parte que devolveram dos R$ 18 bilhões tungados; a Lei de Ficha Limpa, para barrar maus políticos, é letra morta. Pode crer. Está ruim, mas estaria muito pior com aquele outro e, com união, o avanço será maior.

Humberto Schuwartz Soares

hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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PROMESSA E CERTEZA

Luiz Inácio da Silva, o Lula, promete muito arroz e feijão no prato. A promessa é uma, já a certeza é outra. A certeza, clara e verdadeira, será que em vez de “comida no prato” teremos a da volta da corrupção com tamanha desenvoltura e arrojo jamais imaginados. Essa corrupção maldita, vírus que nos corrói as entranhas, impiedosa e intermitentemente. Não é crível que um povo enojado do PT, por vê-lo mergulhado em endêmica corrupção, ressuscite Lula e sua desalmada caterva. Das gradativas mutações das pesquisas, revelando Lula na testa de todas elas, leva-nos a todos, da estranheza ao espanto, do espanto à perplexidade, da perplexidade à náusea e das reviravoltas da cabeça à profunda revolta. Não é crível que alguém fustigado por 13 anos de corrupção, agora livres dela, venha implorá-la para que volte. Mas como pode um egresso das “grades” voltar ao Planalto, gargalhando de nossa pífia Justiça que lhe abre, de par em par, as portas do governo; mesmo sabendo-o o maior ladrão que já pisou nesta terra abençoada?  Conseguimos fugir das garras do PT, como pode alguém querê-lo de volta? Será que o povo ensandeceu? Se Lula voltar, apaga-se a vela da fé de que seremos uma grande nação; e acende-se outra, a do complexo de “vira-lata”.

Antonio Bonival

bonival@camargoecamargo.adv.br

Queiroz Vilas Boas

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A LUZ DA CIÊNCIA

Nestes tempos sombrios e bicudos em que o País (sobre)vive a duras penas sob o negacionista, fascistoide e ecocida desgoverno Bolsonaro, cabe, por oportuno, citar a importante fala ao Estadão ('Ciência do Brasil deve aproveitar nossas vantagens comparativas', 12/5, D8) do físico Luiz Davidovich, professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ex-presidente da Academia Brasileira de Ciência (ABC): "Temos a matriz energética mais limpa do mundo, cerca de 20% da biodiversidade mundial, recursos hídricos abundantes e clima que permite o aproveitamento solar e eólico. Temos ferro e nióbio. (...) Hoje, exportamos ferro para a China, que nos devolve o aço deles. Precisamos mudar o complexo industrial da saúde de modo que as nossas farmacêuticas não produzam apenas genéricos. Veja o caso da bergenina, um glicosídeo presente no fruto e no caule do uxi-amarelo, uma planta medicinal amazônica. Quem se apropriou dela foi o laboratório suíço Merck, que purifica, extrai o princípio ativo e vende para nós. O preço por miligrama é mais de quatro mil vezes o preço do ouro. No Brasil, o garimpo de ouro da Amazônia está destruindo o nosso verdadeiro ouro, que é a nossa biodiversidade. O desenvolvimento sustentável é muito mais rentável do que a devastação.” Com efeito, suas palavras não poderiam soar mais oportunas e apropriadas diante de um sofrível desgoverno, que prefere guiar o País apoiado nas trevas da ignorância, do negacionismo, do obscurantismo e do terraplanismo, em lugar das luzes da ciência.

J. S. Decol

decoljs@gmail.com

São Paulo

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A DENGUE E A FALTA DE DIAGNÓSTICO

Ainda não estamos totalmente livres da pandemia do coronavírus, e já somos alarmados pelo alastramento da dengue. O País registrou 542 mil casos da doença até o final de abril que, comparados ao mesmo período de 2021, indicam o aumento de 113,7%. O Ministério da Saúde diz que 160 brasileiros já morreram de dengue este ano. Somados os casos dos quatro primeiros meses de 2022, as estatísticas indicam a ocorrência do mesmo número registrado durante todo o ano passado. Muitos municípios já entraram em estado de alerta, recorrendo à pulverização de inseticida para eliminar o mosquito transmissor. Todas as prefeituras reforçaram a campanha em que pedem à população para evitar água parada e recipientes que possam funcionar como criadouros do mosquito. É interessante observar que, nos últimos dois anos, quando vivemos a pandemia da covid-19, não se falou em dengue, zika e chikungunya, as doenças transportadas pelo mosquito. Houve até a sensação de que haviam acabado. Mas era apenas sensação, pois a infestação seguia e só não estava nas páginas da imprensa porque os males do coronavírus tomavam todo o espaço. Hoje já se noticia uma profusão de dengue, casos de chikungunya e logo virão os de zika. Atualmente estamos desmobilizando os cuidados contra a covid-19. Não podemos ter o mesmo comportamento ocorrido com as doenças do mosquito. Até porque o coronavírus é mais rápido e mortal. Governos, autoridades sanitárias e todos os cidadãos devem se manter em alerta para a diminuição de casos e a falta de diagnóstico. Toda vez que a identificação é falha ou inconclusiva, a população é exposta a riscos e muitos perdem a vida. Isso não pode continuar acontecendo.

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves

aspomilpm@terra.com.br                  

São Paulo     

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SEGURANÇA PÚBLICA

O governo Bolsonaro está a poucos meses do fim de seu mandato, deixando muito a desejar na área de segurança pública em todo o País. Nenhum projeto de policiamento nacional, que envolvesse as polícias estaduais e as Forças Armadas, foi programado, como se o Brasil fosse um país pacífico, e a sociedade não estivesse literalmente sendo acuada dia a dia, com altos índices de violência. A criminalidade já não é restrita aos grandes centros, cidades de médio e pequeno porte também sofrem com a bandidagem aterrorizando pessoas de bem, seja nas áreas centrais, seja nos bolsões das periferias. Parece que uma parcela dos eleitores do capitão se frustraram, pois esperavam muito mais que um presidente, mas um combatente no comando para pacificar o País e pôr em prática um plano de policiamento nacional, se é que existiu algum plano.

Célio Borba

celioborbacwb@gmail.com

Curitiba (PR)

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ACONTECIMENTO INTERESSANTE

Acabo de ver no telejornal uma notícia de uma coincidência jamais vista. Dizia ela, resumindo: um bispo acaba de atropelar um ladrão conhecido pelo nome de "Anjinho", que desapareceu em seguida. Creio que não foi de propósito.

Antonio Brandileone

abrandileone@uol.com.br

São Paulo

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